Resenha: A Forma da Água

Um dos filmes mais comentados na corrida do Oscar, o novo longa de Del Toro traz de volta todo o seu mundo fantástico num drama romântico.

O filme conta a história de Elisa (Sally Hawkins), uma mulher muda que trabalha como zeladora num laboratório estranho em plena Guerra Fria. Nesse laboratório está o homem peixe, preso, a fim de ser estudado pelos EUA, tudo em nome da ciência para vencer os russos.

Del Toro nos apresentou diversos pedacinhos de seu universo criativo: Hellboy (2004), O Labirinto do Fauno (2006) e até Círculo de Fogo (2013). Muita fantasia, monstros icônicos e um subtexto pertinente. Em A Forma da Água, há o homem peixe, que assim como Elisa, tem dificuldades em se comunicar com os outros, e a mulher, compreendendo sua situação e vulnerabilidade, se aproxima do monstro criando um lindo vínculo emocional.

Mas é 1963, como que uma mulher muda vai ser amiga de um homem peixe? Contra tudo e contra todos, o roteiro de próprio Totoro alivia um pouco o peso dramático que o filme poderia seguir, indo para uma poesia-romântica-fantástica. Dentre tantas cenas, destaco o musical P&B encantador.

A Forma da Água venceu quatro Oscars em 2018, incluindo Melhor Diretor para o Totoro e Melhor Filme, consgrando mais uma vez um filme de fantasia na história do cinema.

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Sobre Rodrigo Lemos 1 Artigo
Colecionador de filmes e livros. Amante da sétima arte, da história do Brasil e sa história do cinema brasileiro.

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