Afinal, o que separa Action Figure de boneco?

A fonte do termo: G.I. Joe e o dilema de vender "bonecas" para meninos.

“Não é boneco, é action figure”

 

“Não chama meus action figures de boneco”

 

“Eu não coleciono brinquedos, são action figures”

 

Frases como essas são comuns em meios nerds – comuns até demais. Dentro do colecionismo brasileiro, há uma forte fixação com o termo “Action Figure” e com a ideia de que, ao usá-lo, se dá um tom de legitimidade à sua coleção. E derivada desta fixação, há a certeza de que “boneco” e “action figure” são duas coisas opostas, antagônicas e contraditórias.

Quando não é essa a atitude: ameaças implicitas por "usar o termo errado"
Quando não é essa a atitude: ameaças implicitas por “usar o termo errado”

Para grande parte dos colecionadores brasileiros, Action Figure – lit, “figura de ação” – representa o oposto de um “boneco”: enquanto a última traz conotações de infantilidade e “pobreza”, a primeira expressão é usada como denotador de qualidade e “maturidade”.

Mas como veremos com a história longa e não tão conturbada do termo, a questão é puramente semântica: “Action Figure” não passa de um termo anglófono para boneco e insistir em seu uso como significando “item de qualidade para colecionador” demonstra falta de compreensão de sua história. Agir com agressividade na defesa do mesmo – ou fazer piada com suicídio por usarem o termo “errado”, como certa página nerd fez – demonstra algo mais tóxico na cultura nerd: o elitismo.  

 

1960: O nascimento do termo com G.I. Joe

Para compreender qual realmente é a do termo, temos que voltar um bocado na história, para o distante ano de 1964, quando a então tecelaria e fábrica de lápis (sério) Hassenfeld Brothers (hoje Hasbro), após rejeitar uma proposta para fazer brinquedos da série de TV The Lieutenant, decidiu lançar uma linha de “bonecos para meninos” com um tema militar. Estudos de mercado demonstravam que o público masculino rejeitava o termo “Doll”, excessivamente associado a brinquedos para meninas.

O primeiro uso do termo: G.I. Joe
O primeiro uso do termo: G.I. Joe

Para lidar com isso e firmar a imagem da nova linha, G.I. Joe: America’s Moveable Fighting Man, o departamento de Marketing da Hasbro, por sugestão de Stan Weston, criou um termo novo e vetou qualquer menção a “dolls” ao tratar da nova linha: Action Figure, ou “Figura de Ação”, termo que rapidamente se tornou sinônimo de qualquer brinquedo posável para garotos.

Henshin Cyborg
Henshin Cyborg

G.I Joe foi um sucesso gigantesco, motivando a Hassenfeld Brothers a mudar seu foco para o mercado de brinquedos em 1968; em 1965, dois terços dos lucros da empresa se deviam aos combatentes de 30 cm. Para ampliar o alcance, a Hasbro vendeu a licença dos Joes para várias empresas ao redor do mundo, que criaram suas próprias variantes do boneco – se destacando Action Man no Reino Unido, pela Palitoy e Henshin Cyborg, pela Takara, no Japão. Além do Falcon, lançado pela Estrela em 1977.  Por sua vez, a Takara licenciou a engenharia de G.I. Joe para a Medicom – especializada em colecionáveis de “alto nível” de heróis japoneses – e a engenharia dos Joes até hoje serve como base para bonecos em escala 1/6.

 

1970: Kenner e o contrato mais lucrativo da história

Big Jim: a resposta da Mattel para os Joes
Big Jim: a resposta da Mattel para os Joes

Até meados dos anos 70, o mercado de “Action Figures” era primariamente composto por linhas originais, em grande parte copiando a estrutura desenvolvido pela Hasbro – agora uma empresa de brinquedos em primeiro lugar – com G.I. Joe. Para competir com os Joes, a Mattel lançou Big Jim em 1972. No ano anterior, a Mego se diferenciou da tendencia com uma linha de bonecos da Marvel e da DC comics.

Bonecos Mego da Marvel
Bonecos Mego da Marvel

Licenciada ao redor do mundo, a linha G.I. Joe criou descendentes na forma dos supracitados Action Man, Henshin Cyborg e Falcon, entre outros. Com a crise do petróleo nos anos 70, a Takara miniaturizou a engenharia dos Joes para criar a linha Microman (que por sua vez deu origem à Micro Change e Diaclone). A linha encolhida da Takara foi trazida para o ocidente pela Mego em 1976 pelo nome de Micronauts,

O catálogo de Star Wars de 1976 - a licença mais lucrativa da história
O catálogo de Star Wars de 1976 – a licença mais lucrativa da história

As coisas mudaram radicalmente em 1976, com o lançamento de Star Wars. Rejeitada por várias empresas antes de cair na mão da Kenner – então fabricante de kits de construção, espirógrafos e forninhos de brinquedo – a linha de brinquedos do épico de George Lucas reestruturou o mercado de “figuras de ação”. Menores (9,5 cm, contra a norma de 30 da década anterior) e com um grande foco em veículos, a linha da Kenner criou um novo padrão para o mercado (com foco em playsets e veículos) e uma corrida armamentista em busca das licenças mais lucrativas.

 

Mattel, Hasbro e Mego corriam atrás de alguma coisa para competir contra a licença milionária da Kenner – que passou os anos seguintes adquirindo mais e mais contratos para produção de brinquedos de filmes e séries, como Robocop, Alien e Caça-Fantasmas.

 

1980: O Boom dos desenhos com He-Man

Em 1983, o mercado de action figures passou por sua mais radical mudança como fruto de mudanças na legislação quanto a publicidade para infantil. Tentando se recuperar do prejuízo obtido ao recusar o contrato para fazer brinquedos de Star Wars, a Mattel lançou em parceria com a Filmation uma das primeira séries animadas baseadas em uma linha de brinquedos (em 1969, a Mattel havia produzida outra série nesse sentido, cancelada por ser vista pela FCC como publicidade disfarçada, Hot Wheels, para vender os carrinhos homônimos), He-Man e os Mestres do Universo.

He-Man: o primeiro desenho feito especificamente para vender brinquedos
He-Man: o primeiro desenho feito especificamente para vender bonecos

Um transparente comercial de meia hora para os brinquedos bombados, He-Man deu início a uma “corrida armamentista” na indústria de brinquedos americana. Na tentativa de conquistar o exigente e constantemente renovado público infantil, as linhas de bonecos para meninos inevitavelmente eram lançadas acompanhadas de séries animadas promovendo os “mais novos heróis”.

 

Um dos primeiros a desafiar a nova supremacia de He-Man foi o pai do termo Action Figure, G.I. Joe. Reaproveitando a engenharia desenvolvida pela Takara ao miniaturizar os Joes para a linha Microman, o Combatente Móvel da América se reinventava em uma linha de 10cm de altura, G.I. Joe: A Real American Hero, promovida por um desenho da Sunbow, a subsidiária de animação da agência publicitária Griffin Baccal.

Bionic Six, da LJN: uma de muitas linhas dependentes de desenhos
Bionic Six, da LJN: uma de muitas linhas dependentes de desenhos

Para se diferenciarem da concorrência, as linhas se tornavam uma sucessão interminável de gimmicks novos para tentar chocar o mercado. He-Man tinha seus personagens absurdos. G.I. Joe trazia temas novos e acessórios cada vez mais absurdos a cada ano. Transformers passou de “robôs que viram veículos” para “robôs cuja cabeça é outro robô” e “robôs dentro de caras”. M.A.S.K. trazia veículos com dois modos. Robo Force usava “o poder da sucção” para dar vida aos seus robôs. Com os Rock Lords, Go-Bots trazia a magia de robôs que viravam pedras.

 

Algumas linhas ousavam experimentar mais: a Revell se destacou ao contratar o ilustrador Wayne Barlowe para conceitualizar sua linha Power Lords em 1983. Por sua vez, a Tomy tentou entrar na previsível febre dos robôs de 1984 com Starriors. Em 1986, a Hasbro chamou a atenção com a breve linha Inhumanoids – uma das raras linhas a levar o nome dos vilões. No ano anterior, a Coleco tentou emplacar um épico de Ficção Científica com Sectaurs.

Spiral Zone: uma das primeiras linhas pensadas para adultos
Spiral Zone: uma das primeiras linhas pensadas para adultos

No Japão, a Bandai lançava uma das primeiras linhas focadas no público adulto com SF Spiral Zone, em 1985, fruto dos designers Kunio Okawara e Kasuhiza Kondo. Com 30 pontos de articulação em um boneco de 15cm, a linha foi simplificada ao ser levada para o ocidente em 1987 pela Tonka. Parte da engenharia desenvolvida para ela foi reaproveitada nas linhas de Saint Seiya, de Metal Heroes e de Kamen Rider.

TMNT: O novo mega-hit
TMNT: O novo mega-hit

O auge da corrida armamentista das empresas de brinquedos nos anos 80 foi alcançado com o sucesso descomunal de Teenage Mutant Ninja Turtles e a linha correlata pela Playmates. Lançada em 1988, a linha da Playmates resistiu até 1997, usando todos os gimmicks imagináveis em seus 9 anos de mercado – igualmente copiando e liderando o mercado.

 

1990: O Colapso da Turtlemania e a ascensão da McFarlane

TMNT cobriu TODOS os temas imaginaveis
TMNT cobriu TODOS os temas imaginaveis

Com a explosão da Turtlemania, o mercado rapidamente se encheu de copycats, assim como a década anterior estava cheia de imitações de He-Man, G.I. Joe e Transformers. Um dos primeiros imitadores da febre de animais mutantes combatentes foi Wild West Cowboys of Moo Mesa, sobre… bois vaqueiros, lançada pela Hasbro em 1991. Em parceria com Rick Ungar, a Galoob trouxe ao mercado Os Ratos Motoqueiros de Marte, em 1993. No ano seguinte, a Mattel lançou Street Sharks.

Street Sharks: uma das muitas imitações de TMNT
Street Sharks: uma das muitas imitações de TMNT

Uma das mais estranhas tentativas de entrar no mercado das Tartarugas Ninja foi Stone Protectors, da Ace Novelty Toys, em 1993. Um Spin-Off da linha de bonecas Trolls, a coleção e seu desenho reinventavam os bonequinhos cabeludos como guerreiros e artistas marciais. Muitas dessas linhas traziam a estética que definiria as tendências futuras: poses dinâmicas em detrimento de articulação, gimmicks de ação intrusivos e um grau elevado de detalhe – tanto esculpido quanto pintado. Mesmo as linhas que não tentavam imitar TMNT puxavam de sua estética, com músculos exagerados e “turtle face” abundante em G.I. Joe Extreme e Beast Wars, por exemplo.

Enquanto o mercado de saturava de imitadores de TMNT – tendência que se manteve até o último ano da linha original das tartarugas, com o lançamento das esquecíveis Extreme Dinosaurs, da Mattel e a fracassada Cy-Boars, da Imaginary Limits – o mercado se reaquecia em três novas frentes.

A linha Batman Returns, da Kenner: uma explosão de variantes
A linha Batman Returns, da Kenner: uma explosão de variantes

A primeira era o lançamento de novas linhas de brinquedos pautadas em quadrinhos de super-heróis, após o fracasso das linhas Super Powers e Secret Wars na década anterior. Estimulada por desenhos como Batman Animated Series e X-Men e pelo sucesso dos filmes do Batman, essas linhas começavam a gestar o embrião do mercado focado em colecionadores dos tempos modernos. Produzida pela Kenner – adquirida pela Hasbro em 1991 – a linha do Batman demonstra de forma extremamente clara um dos padrões da época: a produção de inúmeras variantes do mesmo personagem, com equipamentos e cores diferentes.

 

A segunda era a causa mortis final da Turtle Mania: o advento de uma nova “coisa legal” para chamar a atenção das crianças e tomar o mercado de assalto, Mighty Morphin’ Power Rangers, de 1993, que deu início a sua própria onda de imitadores (muitos dos quais por sua própria produtora, a Saban). O mercado puramente infantil para figuras de ação estava dominado.  

Em seu primeiro ano, a McFarlane Toys seguia o mesmo padrão lúdico do resto do mercado...
Em seu primeiro ano, a McFarlane Toys seguia o mesmo padrão lúdico do resto do mercado…

Mas a mais importante – e que tem um papel crucial tanto na ideia de que Action figure significa “peça para colecionador” quanto na criação de um mercado “adulto” para bonecos – foi o surgimento da McFarlane Toys em 1994. Fundada pelo ilustrador e roteirista Todd McFarlane, a empresa de Tempe, Arizona, começou lançando brinquedos do Magnum Opus de McFarlane, Spawn. Um dos mais notórios quadrinhos a explorar o envelhecimento de seu público alvo com tons mais “maduros” (em grande parte, mais violentos), Spawn serviu de ponte para o estúdio recém surgido dar início a uma febre de bonecos “violentos” e “controversos” voltados para público adolescente e adulto.

Antes de focar em criações autorais como a série Wicked World of Oz e em personagens de filmes
Antes de focar em criações autorais como a série Wicked World of Oz e em personagens de filmes

Os produtos da McFarlane Toys exarcebavam as tendências de engenharia da época em nome do estilismo visual: seus “Action Figures” contavam com poucas – quando não tinham nenhuma – articulação, poucos gimmicks e quantidades generosas de tinta e de detalhes esculpidos. Entre as poucas linhas a ser distribuída no Brasil exclusivamente via importação, em meados dos anos 90 e no começo dos anos 2000, a McFarlane toys e seus produtos eram sinônimo de “Action Figure”: Bonecos eram os outros.

 

Sinalizando a mudança de tempos, o selo da Kenner foi extinto em 2000; o mercado era outro, e apesar do nicho crescente da nostalgia, não havia mais espaço para a subsidiária – que tinha dado prejuízo para a Hasbro com a linha de The Phantom Menace e de Jurassic Park 3.

 

00s: a explosão do mercado indie e da nostalgia

Glyos: Design e produção independente
Glyos: Design e produção independente

A McFarlane Toys deu origem a um novo mercado de bonecos – voltado para colecionadores “maduros”, esse mercado emergente deu origem a uma longa série de empresas voltadas para “High end Collectibles”, dentre as quais se destacam a NECA, a Diamond Select e a chinesa Hot Toys. Para muitos colecionadores brasileiros, é dessas empresas que se fala ao usar o termo “Action Figure” – embora a última use o termo collectible figue, e não Action figure para descrever seus produtos.

Funko: os reis invictos da Toy Art
Funko: os reis invictos da Toy Art

Simultaneamente, o boom do mercado de colecionadores deu origem a empresas focadas em “Toy art”, itens autorais mais voltados para estilo do que fidelidade ou o aspecto lúdico da coisa; dentre esse setor, o maior destaque foi a Funko!, fundada por Mike Becker em 1998 – e que hoje praticamente domina o setor de designer toys. Em parceria com o estúdio Super7, de Mark Nagata, a Funko entrou no mercado retrô com a linha ReAction. O avanço da internet e do mercado online levou a fundação da Onell Design, um coletivo de artistas focados em recriar a “magia” dos bonecos em pequena escala dos anos 80, em 2007. Seu produto maior foi o sistema Glyos, usado para linhas originais e para revivals de velhas linhas dos anos 80.

Masterpiece Starscream: projetado pelo renomado Shoji Kawamori.
Masterpiece Starscream: projetado pelo renomado Shoji Kawamori.

Com o envelhecimento do público consumidor dos anos 80 – agora adulto e com dinheiro de sobra para buscar os brinquedos que existiam em suas memórias – não os que de fato tinham quando crianças, mas versões idealizadas dos mesmos – as grandes entraram em peso no mercado da nostalgia – e continuam a fazê-lo. Visando tanto o colecionador adulto de Transformers quanto o público infantil, a Hasbro e a Takara lançaram a linha Masterpiece em 2004 – que hoje conta com mais de 40 lançamentos, contando os repaints – e a série de linhas outrora apelidado de CHUG (Classics, Henkei Henkei, Universe e Generations). Com o mesmo intuito, a empresa também dividiu a linha de Star Wars em duas – com a Black Series se destinando primariamente aos colecionadores enquanto a linha “normal” dos filmes e desenhos era simplificada para o comércio geral.  Em parceria com o estúdio Four Horsemen, a Mattel ressuscitou o He-Man como uma linha voltada para colecionadores – e comercializada primariamente pelo site Matty Collector.

Soul of Chogokin: o charme da linha Chogokin com engenharia moderna
Soul of Chogokin: o charme da linha Chogokin com engenharia moderna

Ao mesmo tempo, no Japão, focando no mesmo mercado de adultos com saudade de suas infâncias e crianças-grandes, se criou um mercado imenso para “colecionáveis de alto nível”, começando pela linha Soul of Chogokin, um revival dos velhos brinquedos da Popy com engenharia moderna, um nível imenso de detalhes e um preço igualmente imenso, em 1997. A linha da Bandai foi rapidamente seguida por Super Imaginative Chogokin, uma linha de “releituras artísticas” de super heróis japoneses – focada quase que totalmente em Kamen Rider.

A linha revoltech, da Kaiyodo: dinamismo em cada junta
A linha revoltech, da Kaiyodo: dinamismo em cada junta

A Kaiyodo tomou esse mercado de assalto com a linha Revoltech e suas juntas patenteadas, as Revolver Joints. Oferecendo um grau elevado de posabilidade, a linha da Kaiyodo hoje divide o mercado japonês de colecionáveis de alto nível em pequena escala com a tetrade da Bandai – S.H. Figuarts, de figuras humanas; S.H. Monster arts, de Monstros Gigantes; Super Robot Chogokin, de Super Robôs e Robot Damashii, de real robot” – e a linha Figma da Max Factory. Ao mesmo tempo, estúdios independentes como SEN-TI-NEL, CMs Corp e Three Zero tratavam de lançar itens fora da alçada das grandes e reimaginações de robôs e personagens clássicos.

Star Lord: nunca chamado pela fabricante de Action Figure, ao contrário de...
Star Lord: nunca chamado pela fabricante Hot Toys de Action Figure, ao contrário de…

Poucas dessas linhas se referem aos seus produtos como “action figures”, termo que no mercado estrangeiro está mais associado ao comércio geral e a bonecos com gimmicks de ação como lança-mísseis, socos poderosos e acessórios. Por mais que doa à muitos colecionadores brasileiros ouvir isso, mas “Action Figure” descreve tanto seus preciosos bonecos da NECA (muitos dos quais carregados de gimmicks de ação dignos de qualquer brinquedo) quanto a linha Max Steel – e o termo tem mais ligação com o último.

... Max Steel - embora muitos colecionadores brasileiros se irritem em ver o "boneco" ser chamado de Action Figure
… Max Steel – embora muitos colecionadores brasileiros se irritem em ver o “boneco” ser chamado de Action Figure

 

*A resposta, no fim das contas é: nada. Chamar bonecos de “Action Figures” como se isso fizesse diferença é como dizer que não lê livros, lê “Novels” e não vê filmes, vê “Movies”.

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