Destaques

Um pouco de música para quebrar a rotina urbana – Dan e The Honky-Tonkers

Curitiba já é conhecida nacional e internacionalmente por respirar cultura e um trio veio chamando muito atenção na cidade por levar às ruas um som típico dos anos de 1930, 40, 50. Este é o projeto Dan e The Honky-Tonkers , que faz uma mistura meio pré Country, no estilo Creedence, Jerry Lee Lewis, Johnny Cash, e por ai vai. A cada música cantada, uma história é apresentada ao público, levando aos espectadores informações sobre a música, sobre o rock, sobre a arte produzida no tempo de nossas bisavós.  O trio é formado pelo chileno Dan Prymus, vocalista, guitarrista, fundador do grupo e motociclista 24 horas por dia. Fabiano Cruz (percussão), advogado e pós graduando na área de direito; Daniel Pala Abeche, baixista e professor universitário (também integrante da banda BlackBull). Confiram um dos sons do projeto Dan e The Honky-Tonkers:

Artes Visuais

CADAver – Grupo joinvilense promove encontro de performance

Com o objetivo de motivar a produção artística de Joinville e região, o grupo (CADA)VER promove o seu primeiro encontro de performance urbana. O grupo selecionará quatro projetos locais, além de outras iniciativas convidadas que serão confirmadas em breve. A equipe CADAver auxiliará os selecionados em todo o processo de produção das ações e divulgação das performances. As inscrições terminam no dia 25 de fevereiro e as ações estão programadas para ocorrerem entre os dias 16 e 18 de março. A inscrição é gratuita e cada grupo selecionado receberá uma ajuda de custo no valor R$100. O projeto foi idealizado por Taiane Carvalheiro, joinvilense que mora na Argentina e cursa o mestrado em Linguagens Artísticas Combinadas na Universidade Nacional de Artes (UNA), de Buenos Aires. A curadoria já anunciada na página do grupo também conta com a participação de Natasha Álvarez, equatoriana e pesquisadora em artes cênicas que também cursa o mestrado […]

Artes Visuais

Central Sistema de Som convida Gerson “King” Combo no Psicodália 2017

A banda Central Sistema de Som, de Curitiba, é presença confirmada no Psicodália 2017 com a participação pra lá de especial de ninguém menos que Gerson ‘King’ Combo, nome lendário do soul e do funk nacional. Em fase final da produção de seu terceiro álbum de grooves, a banda mostrará um repertório dividido entre as suas criações e as composições de Combo. Funk 60’s/70’s (nacional, americano e africano), Afrobeat, Reggae Roots, Dub e Música Popular Brasileira são vertentes que dão suporte às composições autorais da banda, buscando expressar artisticamente, através de grooves e ideias, a miscigenação natural dos grandes centros urbanos. Essa pesquisa e mescla de gêneros e sonoridades vintage resultam em um som autêntico, atual, que dialoga com diferentes nichos e faixa etárias. Gerson tornou-se conhecido ao gravar, em 1977, um álbum clássico da música black brasileira, sintetizando a chamada ”onda black” do fim dos 60 e 70 no Rio de […]

Colunas

O dilema da morte no mundo dos super heróis

Existem duas regras perenes quanto a narrativa de super-heróis: 1º, Heróis não matam – matar é coisa de vilão, e heróis sempre encontram outra maneira. 2º, As vezes não há outra maneira e heróis tem que matar para salvar vidas. A contradição entre essas duas regras narrativas, praticamente cimentadas em pedra, é um velho problema dos quadrinhos de super-heróis (e similares) e não raramente vira um clichê hipócrita e surreal.   Afinal, como lidar com a aparente imortalidade dos vilões de quadrinhos – e até que ponto a superioridade moral do homem que não mata é realmente superior a do homem que mata? As coisas sempre foram assim? E não seria melhor se o Super-Homem saísse por aí matando todos os caras maus?   Nem sempre tão pacifistas: os tempos em que heróis matavam   Há um fato importante que é muitas vezes ignorado ao se tratar da questão do matar ou […]

Coluna Livre

Bovary Snooker Pub impressiona em inauguração

Balneário Camboriú agora conta com mais uma opção de entretenimento noturno. O Bovary Snooker Pub inaugurou sua nova unidade na última sexta-feira (13), em um show especial que contou com a participação do Digão, integrante do Raimundos, e dos ex-integrantes do Charlie Brown Jr. Marcão Britto e Bruno Graveto.  A festa também contou com a baixista Lena Papini, Rogério Wack e banda e o DJ Marcios.  Já no sábado, as apresentações foram com as bandas Dyna Rock Trio, Seu Celso e Electric Mob, do vocalista Renan Zonta, participante do The Voice Brasil 2016.  O final de semana de estreia encerrou no domingo com os músicos da Superchess. Localizada na Avenida Atlântica, 5720, o pub promete fortalecer o cenário musical do Rock N Roll da região, além de oferecer opções em gastronomia, bebidas nacionais e importadas e snooker. Para os sócios Christian Marquardt e Oswaldo Cruz Junior, esta é uma oportunidade de estender o conceito Casa Cult […]

Coluna Livre

Uma nova etapa para o Coletivo Metranca

Há seis anos, o Coletivo Metranca iniciava suas atividades em Joinville. O grupo que surgiu com a intenção de participar do cenário cultural da região através de sua atuação como mídia independente. Foram muitos eventos, parcerias, coberturas e conteúdos produzidos por nossos colaboradores. Neste período muito se aprendeu e, entre erros e acertos, notamos que a atual conjuntura política e social de todo o país faz com que veículos independentes sejam cada vez mais necessários. Neste sentido, mais do que assumir uma posição, talvez seja necessário que o comprometimento em informar seja a prioridade destas mídias. É por isso que o Metranca inicia uma nova fase de atuação, muito mais focada em informar do que atuar. Que a pluralidade seja a locomotiva de um novo período comprometido com a produção de informações de qualidade aos nossos leitores. Participem desta nova etapa.  Mais novidades virão em breve. Coletivo Metranca – Comunicação e Cultura […]

Trajeto Alternativo

Uma lista com as 14 melhores capas de álbuns de 2016

Sem maiores delongas, o meu objetivo com este post é trazer as imagens, relacionadas a lançamentos musicais, que mexeram comigo de alguma maneira em 2016, um ano extremamente frutífero neste aspecto. Foi usada apenas duas regras para a colocação de cada álbum (além do fato de ter me sentido atraído pela capa): ter ouvido o álbum e ter gostado dele, sem haver necessariamente uma ligação ou semelhança conceitual entre cada qual.   Baptism – The Devil’s Fire O Baptism, da finlândia, soa melódico e ao mesmo tempo bruto, feroz & atmosférico. Pode não ser o melhor álbum de black metal lançado em 2016, mas consegue seguir a cartilha de riffs em tremolo e bateria rápida sem que isso o torne uma mera aglutinação clichê de sons.     BIU & God Pussy – Nervos Nervos é uma solução maximalista para a fusão entre o jazz e o harsh noise. Todos os ruídos […]